segunda-feira, 17 de maio de 2010

Gripe H1N1: Pandemia de pânico?


 Aqui em casa não nos vacinamos e não pretendemos nos vacinar contra "A" gripe. Decidimos não sintonizar com a onda de pânico que anda por aí. Já pararam pra pensar no excesso de vacinas que existem disponíveis no mercado hoje em dia? Quando eu era pequena, devo ter tomado meia dúzia delas. No mais, meu corpo foi se desenvolvendo e imunizando sozinho: peguei catapora, sarampo, cachumba... e meu corpo criou, sozinho, suas defesas contra essas doenças. Hoje tem vacina pra tudo. E eu implico especialmente com essa do H1N1. Esse troço foi testado o suficiente? Por que na Europa a vacinação em massa não pegou? Lembram do engodo da gripe do frango, que mataria milhares de pessoas e, no fim, serviu só para criar pânico e vender remédio? E o mais importante: não seria o caso de investir em campanhas pró-saúde, pró-alimentação saudável, pró-fortalecimento dos nossos corpos? Como diz a Sônia Hirsch, "a saúde é subversiva porque não dá lucro a nunguém", não é verdade?

Bem, vocês poderão dizer, isso é papo de natureba irresponsável, blá, blá, blá... Mas e quando um profissional da área da saúde questiona, de modo lúcido e alternativo, o uso de tais medicamentos? Pois é... Este post é para indicar a todos a leitura do artigo do Dr. Alessandro Loyola, médico de Belo Horizonte, "A vacina H1N1: há garantias de proteção?", disponível aqui.
Leiam-no, crianças! E cuidem-se!

2 comentários:

  1. O Ministério da Saúde adverte que os e-mails que estão circulando na Internet contrários à Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza H1N1 trazem informações falsas que não condizem com a realidade. Além de serem prejudiciais à saúde pública do país, eles tratam de especulações. Não é verdade. O fato é que mais de 300 milhões de pessoas já foram vacinadas com esta vacina no Hemisfério Norte, sem qualquer efeito colateral grave. A vacina é eficaz, segura e protege a população.

    E-mails e boatos irresponsáveis como esses ocorrem em todas as campanhas realizadas pelo mundo. Fato semelhante ocorreu no Brasil, durante a Campanha Nacional de Vacinação contra a Rubéola. Naquela época, circularam na internet boatos de que, ao invés de imunizar a população, o Governo brasileiro pretendia esterilizar as pessoas em idade reprodutiva para fazer controle de natalidade. Mas, felizmente, a campanha foi um sucesso e o Brasil está prestes a receber o certificado de País Livre da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita. Graças às campanhas de imunização, o Brasil também está livre da Poliomielite e da Varíola.

    Teorias de conspirações como essas servem apenas para provocar pânico na sociedade. O Ministério da Saúde orienta que, ao receber um e-mail com igual teor, encaminhe a todos os destinatários esta resposta oficial, para que informações falsas não possam tomar maiores proporções, prejudicando o funcionamento de campanhas importantes à saúde dos cidadãos.

    Para obter informações verídicas sobre a campanha, acesse canais oficiais como o Portal da campanha do Ministério da Saúde www.vacinacaoinfluenza.com.br ou o site da Organização Mundial de Saúde (OMS) www.who.int.

    Em caso de dúvidas: fernanda.scavacini@saude.gov.br

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  2. Gente, o Ministério da Saúde comentando no meu blog... Puxa!
    Bem, não afirmo que tenha concordado com todas as palavras do Doutor (não achei legal o que ele disse sobre o Fome Zero, por exemplo). Também não estou colocando em questão todo um governo, mas uma ação específica deste nosso governo.
    Porém, concordei com tantas outras. Como com o fato de uma vacina ter sido rapidamente desenvolvida e distribuída em massa para a população. Com a questão dos efeitos colaterais não divulgados das vacinas. Com a possível relação entre os casos de autismo e a presença de timerosal em suas fórmulas. E, principalmente, com a afirmação de que a melhoria das condições sanitárias e nutricionais de uma população poderia ser mais eficaz do que uma campanha de vacinação em massa.
    Enfim, são muitos pontos... Acho interessante a discussão e o contraponto. Mas devo dizer que o Ministério da Saúde me respondeu, mas não me convenceu.

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Obrigada por visitar o Caraminholas! Fico muito contente em saber sua opinião.